Terça-feira, Março 08, 2005
Manifiesto para una Nueva Presencia Feminista:Lesbianicemos el 8 de marzo
- RQTR y Liberacción-
Tradicionalmente las manifestaciones del 8 de marzo han dejado de lado a las lesbianas, también mujeres y trabajadoras. Por otro lado, y como se ha dicho tantas veces, machismo y homofobia tienen una raíz común en el mismo sistema sexista y patriarcal que se hace imprescindible superar. Por primera vez, todas las mujeres reivindicamos el reconocimiento de la aportación histórica de las lesbianas al movimiento feminista.Cada vez que una lesbiana va a la ginecóloga/o, entra en el aula, o va a trabajar, se la presupone heterosexual. Las lesbianas y todas aquellas mujeres que tenemos sexualidades no normativas nos enfrentamos a una invisibilidad múltiple, que oculta nuestros discursos en un genérico "mujeres" u "homosexuales", lo que no deja de ocurrir en el seno del movimiento de mujeres y del movimiento homosexual. Pero nuestros derechos no son sólo nuestros sino una responsabilidad de todas y todos.Queremos una igualdad real, una igualdad que no sea equivalente a homogeneidad. Por eso, defendemos que quien lo desee, tenga el derecho a no casarse, y que ésta no sea la única forma de reconocimiento de los derechos de las lesbianas y homosexuales. Quedan muchos derechos por conseguir y el principal es nuestro derecho a la singularidad: el derecho a la diferencia sobre el principio de no-discriminación.Ahora que parece conquistada una igualdad formal de género, con la paridad instalada en el escaparate del poder y una flamante ley contra la violencia machista, se proclama una conciliación familiar-laboral que maquilla la sobrecarga femenina y se impulsan políticas meramente asistenciales sin los mínimos recursos. Reivindicamos un feminismo sin más tutela institucional que el compromiso de garantizar el derecho de las mujeres a espacios propios para pensar y repensar, crear, luchar y compartir.Por todo ello, reclamamos:- La inclusión de la realidad lésbica y las sexualidades no normativas en el sistema educativo, desde infantil hasta los estudios universitarios.- La elaboración de planes de salud específicamente concebidos para las mujeres lesbianas, sobre todo aquellos relativos a su salud ginecológica.- La visibilidad de las lesbianas en todos los medios y ámbitos, que ofrezcan imágenes diversas y no estereotipadas.- El reconocimiento institucional de la autogestión (como el caso de la Eskalera Karakola) como puente para salvar la brecha entre las políticas de género y la realidad organizada de las mujeres.- Una participación activa de todas las mujeres (y varones) en una lucha que también es la suya.
RQTR y Liberacción, 8 de marzo de 2005
*poeta_pedrada*
º Dez anos sem progressos º
Poucos progressos foram feitos nos últimos dez anos em termos de igualdade da mulher no trabalho e da sua imagem nos media. Esta foi a principal conclusão de uma conferência promovida ontem em Bruxelas pela UE para assinalar o Dia Internacional da Mulher (8 de Março - ver mais noticiário na secção de Sociedade). Os principais temas debatidos foram o acesso ao emprego, os estereótipos e retrato da mulher, à luz de um plano aprovado pela Organização das Nações Unidas para incrementar a igualdade entre os géneros. Um relatório da UE, divulgado no mês passado, revelou que a diferença existente entre homens e mulheres no plano das remunerações mantém um desnível de 15 por cento na UE. As mulheres representam apenas 35 por cento da mão-de-obra da indústria dos media, revelou Vladimir Spidla, comissário europeu responsável pelo emprego e igualdade de oportunidades. Por outro lado, cerca de 90 por cento dos empregos temporários no sector são ocupados por mulheres.
In Público 08/03/05
*poeta_pedrada*
º Pequena viagem pelo feminismo II º
E como hoje é 8 de Março, aqui fica mais um pedaço de feminismo... Este daquele que eu gosto, já que questiona o que dizem sempre que é natural, este que aponta outras direcções...
Em resposta ao rumo essencialista que a teoria francesa da diferença dirigiu à discussão feminista, surgiu Gender Trouble- Feminism and the subversion of identity de Judith Butler (1990).
A proposta de Butler é simples: as diferenças entre mulheres e homens residem não em características intrínsecas, mas extrínsecas; não numa suposta base natural associada ao sexo, antes nos comportamentos identificados como masculinos e femininos. O género enquanto performance versus o género enquanto categoria fechada.
Para Butler, o género, enquanto categoria fluida, é tão sólido quanto as práticas sociais e culturais que o constituíram ao longo do tempo; um efeito de gestos, posturas, movimentos repetidos constantemente.
Em 1991, Donna Haraway no Manifesto Ciborgue, criticou igualmente as limitações da discussão feminina em relação ao corpo, propondo uma construção de corpo alternativa: o ciborgue.
Em linhas gerais, o Manifesto Ciborgue, é uma crítica ao feminismo totalitário branco de classe média, que criou a ficção da categoria "mulher"[1] ; bem como ao imperialismo ocidental sobre o corpo - concepção tradicional e fechada do corpo feminismo e, como já referido, da categoria mulher.
Obstando às categorias fechadas de homem e mulher (e respectivos corpos) propõe o ciborgue como centro de confluência de dualismos, de diluição de fronteiras (humano e animal / natureza e máquina/homem e mulher).
Sugere uma nova forma de organização e filiação baseada em laços de afinidade - laços que se têm por escolha e não por sangue ou semelhança física, na qual o ciborgue surge como modelo unificador de convergência política (enquanto entidade que re- elabora os conceitos tradicionais e permite a unificação, por afinidade, de categorias como raça ou género), uma vez que as identidades são múltiplas e não se podem encarar separadamente - negra, lésbica, mulher - antes se entrecruzam. Assim, o ciborgue, projecto de entidade que aprendeu com os erros do passado, promove a diversidade em vez da unidade (a unidade sendo entendida como o grande objectivo do homem branco ocidental) e enquanto entidade corpórea independente define-se por si, sem que a sua identidade seja definida por oposição (sem se tornar num caso de estudo; sem ser o outro).
Woolf revela o início do processo: o questionamento das divisões rígidas e das diferenças aí alicerçadas "naturalmente". O processo de desconstrução inicia-se com uma consciência de diferença identitária (corporal, de características pessoais), no sentido de eliminar as desvantagens e diferenças económicas, legais, sociais. As fronteiras de diferenciação estão inscritas no corpo do sujeito e nas características que lhe são (socialmente) atribuídas, aceites.
Tanto Butler como Haraway destroem essas fronteiras finais. Haraway propondo um entendimento alternativo do corpo: um lugar de confluência de diferenças pessoais; de recriação de identidades que se entrecruzam e não se podem separar em categorias estanques como o são mulher ou homem.
Butler revolucionando o entendimento de criação de identidades (a proposta de Butler aplica-se a outras identidades cuja criação parte do corpo: tatuagens, piercings, transsevuais, travestis), como um conjunto de práticas, comportamentos. A identidade, as categorias criadas nos gestos quotidianos aceites ou rejeitados socialmente. A diferenciação de género residindo não no corpo do sujeito, mas no entendimento que os outros fazem da construção do corpo do sujeito.
Sobre teoria queer, mais tarde outras postas virão…
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A proposta de Butler é simples: as diferenças entre mulheres e homens residem não em características intrínsecas, mas extrínsecas; não numa suposta base natural associada ao sexo, antes nos comportamentos identificados como masculinos e femininos. O género enquanto performance versus o género enquanto categoria fechada.
Para Butler, o género, enquanto categoria fluida, é tão sólido quanto as práticas sociais e culturais que o constituíram ao longo do tempo; um efeito de gestos, posturas, movimentos repetidos constantemente.
Em 1991, Donna Haraway no Manifesto Ciborgue, criticou igualmente as limitações da discussão feminina em relação ao corpo, propondo uma construção de corpo alternativa: o ciborgue.
Em linhas gerais, o Manifesto Ciborgue, é uma crítica ao feminismo totalitário branco de classe média, que criou a ficção da categoria "mulher"[1] ; bem como ao imperialismo ocidental sobre o corpo - concepção tradicional e fechada do corpo feminismo e, como já referido, da categoria mulher.
Obstando às categorias fechadas de homem e mulher (e respectivos corpos) propõe o ciborgue como centro de confluência de dualismos, de diluição de fronteiras (humano e animal / natureza e máquina/homem e mulher).
Sugere uma nova forma de organização e filiação baseada em laços de afinidade - laços que se têm por escolha e não por sangue ou semelhança física, na qual o ciborgue surge como modelo unificador de convergência política (enquanto entidade que re- elabora os conceitos tradicionais e permite a unificação, por afinidade, de categorias como raça ou género), uma vez que as identidades são múltiplas e não se podem encarar separadamente - negra, lésbica, mulher - antes se entrecruzam. Assim, o ciborgue, projecto de entidade que aprendeu com os erros do passado, promove a diversidade em vez da unidade (a unidade sendo entendida como o grande objectivo do homem branco ocidental) e enquanto entidade corpórea independente define-se por si, sem que a sua identidade seja definida por oposição (sem se tornar num caso de estudo; sem ser o outro).
Woolf revela o início do processo: o questionamento das divisões rígidas e das diferenças aí alicerçadas "naturalmente". O processo de desconstrução inicia-se com uma consciência de diferença identitária (corporal, de características pessoais), no sentido de eliminar as desvantagens e diferenças económicas, legais, sociais. As fronteiras de diferenciação estão inscritas no corpo do sujeito e nas características que lhe são (socialmente) atribuídas, aceites.
Tanto Butler como Haraway destroem essas fronteiras finais. Haraway propondo um entendimento alternativo do corpo: um lugar de confluência de diferenças pessoais; de recriação de identidades que se entrecruzam e não se podem separar em categorias estanques como o são mulher ou homem.
Butler revolucionando o entendimento de criação de identidades (a proposta de Butler aplica-se a outras identidades cuja criação parte do corpo: tatuagens, piercings, transsevuais, travestis), como um conjunto de práticas, comportamentos. A identidade, as categorias criadas nos gestos quotidianos aceites ou rejeitados socialmente. A diferenciação de género residindo não no corpo do sujeito, mas no entendimento que os outros fazem da construção do corpo do sujeito.
Sobre teoria queer, mais tarde outras postas virão…
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Sábado, Março 05, 2005
º Pequena viagem pelo feminismo Iº

Para comemorar o 8 de Março de uma forma construtiva, mantendo uma atitude crítica para com o esvaziamento reivindicativo desta data, é preciso comemorar o feminismo enquanto sistema de luta pela igualdade entre mulheres & homens. Este ano quero celebrar o 8 de Março comemorando o contributo que o feminismo deu às diversas lutas por direitos cívicos Quero lembrar que o momento histótico em que nos encontramos só tem esta configuração porque, entre outras forças de mudança no séc. XX, o feminismo contribuiu para a alteração da vida de muitas pessoas. E portanto, irei comemorar o 8 de Março celebrando o que mais gosto no feminismo.
Para mim, uma das linhas evolutivas mais marcantes e interessantes do feminismo no séc. XX foi a desconstrução dos papéis de género. Interessa-me sobretudo a desnaturalização das nossas expectativas sociais sobre identidade corporal. Especialmente no que concerne à distinção comummente aceite como natural entre pessoas com base numa aparência biológica (vulgo, alguém parecer ser de um sexo ou de outro); sendo que os critérios mais valorizados estão mais ligados à aparência (caracteres sexuais secundários) que a critérios científicos objectivos como a constituição genética ou hormonal. Quando alguém nasce e a classificação entre F ou M não é clara, o primeiro critério é a régua.
No início do séc.XX, existem dois corpos diferenciados, dois sexos, duas identidades, características distribuídas pelos dois corpos e pelas duas identidades; quer-se a possibilidade de experimentar as características d@ outr@, mantendo os dois sexos e as duas identidades intactos. No final do século, existem múltiplos corpos, múltiplas identidades e um leque de características - não já estritamente femininas ou masculinas; quer-se a possibilidade de criar identidades sem regras impostas a priori.
Se o culminar desta evolução é a teoria queer, para a compreendermos é necessário conhecer a história e o desenvolvimento da teoria feminista.
Inglaterra, decénio de 30
Em Um quarto que seja seu, Virginia Woolf enuncia como uma das características fundamentais para a criação a androginia mental, uma junção de qualidades masculinas e femininas. Em termos gerais, Woolf defendia que a diferenciação sexual/ corporal é inevitável; mas a identificação de género (características identificadas como masculinas e femininas) não o é necessariamente: deveria, de alguma forma, haver uma fusão no acto de criação. Não é posta em causa a separação em feminino e masculino; Woolf questiona a permeabilidade das características mentais nos indivíduos, independentemente do seu sexo biológico.
Europa civilizada (Portugal excluído, pois claro) / EUA, decénios de 60/70
Com o advento da segunda vaga do feminismo, nos anos 60/ 70, as mulheres reclamaram o seu corpo para si próprias. Uma das propostas mais concretas e radicais do movimento feminista foi o desafio conhece o teu corpo. O prémio para as audazes que se atrevessem seria, não só o conhecimento visual da sua fisiologia genital, mas também a possibilidade de conhecer o corpo das mulheres na sua diversidade, contrastando-a com as imagens propagandeadas do padrão de beleza feminina.
A construção de um corpo feminino pelo movimento feminista, inicialmente uma proposta de auto – conhecimento e de libertação do poder social sobre o corpo feminino, foi-se espartilhando em noções limitadoras da fruição e conhecimento do corpo; negadoras da diversidade corporal das mulheres. Nos Estados Unidos, esta concepção é ilustrada, numa primeira fase, pelo feminismo radical essencialista (ilustrada por concepções como sexo certo e errado, nomeadamente entre mulheres: a penetração era encarada como um gesto politicamente comprometido, com uma marca distintamente masculina - e, portanto, das características negativas associadas).
No final dos anos 70/ início dos 80, com a introdução e propagação do feminismo francês da diferença nos EUA assiste-se um ressurgir desta tendência, nomeadamente com as noções de jouissance (especialmente a de Luce Irigaray) e féminité.
Jouissance refere-se à forma específica como a mulher deveria sentir o seu prazer, como o seu corpo deveria ser definido pelas suas formas próprias de alcançar e sentir prazer. Assim, a sexualidade feminina não está centrada nos genitais, mas em todo o corpo; e os orgasmos femininos são uma sensação difundida também por todo o corpo – concepções estas que se opõem à sexualidade masculina centrada no pénis; e à concepção que os orgasmos masculinos são uma sensação também centrada no pénis.
Féminité designa, grosso modo, as particularidades "naturais" da personalidade feminina (um processo que se pode descrever como uma simples inversão dos termos de definição: de uma caracterização social positiva dos homens e negativa das mulheres passou-se à glorificação dos atributos "naturais"das mulheres face aos dos homens).
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º 8 de Março - Dia Internacional da Mulher º

A Coordenação Portuguesa da Marcha Mundial de Mulheres, promove, no próximo dia 8 de Março entre as 15.00 e as 17.30 horas, na Rua Augusta, em Lisboa, uma acção de lançamento e divulgação da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade.
Esta Carta é um dos instrumentos que vai acompanhar todas as acções da Marcha Mundial de Mulheres durante o ano de 2005, cinco anos passados sobre as primeiras acções desta Rede Internacional Feminista, que foram um marco importante neste virar de século e que trouxeram à rua milhares de feministas em todo o mundo, lutando contra a Pobreza e contra a Violência.
O lançamento da Carta é feito em todo o Mundo no dia 8 de Março e a Carta inicia a sua viagem por todos os continentes, partindo do Brasil neste dia. Passará por Portugal entre 15 e 19 de Maio de 2005.
Esta Carta é um dos instrumentos que vai acompanhar todas as acções da Marcha Mundial de Mulheres durante o ano de 2005, cinco anos passados sobre as primeiras acções desta Rede Internacional Feminista, que foram um marco importante neste virar de século e que trouxeram à rua milhares de feministas em todo o mundo, lutando contra a Pobreza e contra a Violência.
O lançamento da Carta é feito em todo o Mundo no dia 8 de Março e a Carta inicia a sua viagem por todos os continentes, partindo do Brasil neste dia. Passará por Portugal entre 15 e 19 de Maio de 2005.
Apelamos à participação de tod@s!
*poeta_pedrada*
Quinta-feira, Março 03, 2005
º O Universal? Diálogos com Senghor º

Actividade do Clube Safo
Dia 20.Março.2005 visita guiada à Exposição “O Universal? Diálogos com Senghor” seguida de debate.
Exposição de homenagem a Léopold Senghor (1906-2001), Presidente da independência do Senegal, celebrado também como poeta e autor de escritos teóricos sobre cultura e política, e um dos grandes impulsionadores da utopia de uma civilização universal, fundada no diálogo e na cooperação entre os povos e as culturas, de que a ‘negritude’ seria ao mesmo tempo fundadora e herdeira. São apresentadas obras (instalações, desenhos, vídeos, fotografias) de doze artistas provenientes de diferentes regiões do planeta, que foram produzidas durante ou na sequência de um encontro artístico e intercultural em Joal-Fadiouth, cidade senegalesa onde nasceu Senghor, dando testemunho das reflexões suscitadas em cada artista pela interacção com essa realidade social e cultural.
Ponto de encontro:
15H30 - Cafetaria da Culturgest, Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Rua do Arco do Cego (ao Campo Pequeno), em Lisboa.
Mais informações sobre a exposição em www.culturgest.pt
Sócias – 2 € / Não sócias – 3 €
Como chegar:
Metro: Campo Pequeno
Autocarros:
Campo Pequeno / Av. República: 21, 27, 32, 36, 38, 44, 45, 49, 54, 56, 83, 90, 108;
Praça de Londres: 7, 22, 33, 40;
Avenida de Roma: 35, 67
*poeta_pedrada*
Domingo, Fevereiro 27, 2005
º Violência doméstica em casais homossexuais º

Um estudo realizado em colaboração com a ILGA portugal revela que a violência entre homossexuais é próxima da registada entre casais heterossexuais. Ver artigo sobre estudo aqui
*poeta_pedrada*
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
º Programa 12 horas de cinema lésbico º
- 9H00 --------- "GIA" de Michael Cristoper
- 11H15 --------- "Monstro" de Patty Jenkins
- 13H15 --------- "Beijando Jessica Stein" de Brad Zions
- 15H00 --------- "Pray for Rock & Roll" de Alex Steyermark
- 17H00 --------- "The Monkey's Mask" de Samantha Lang
- 18H45 --------- "The L World" de diversos
- 20H30 --------- "Mango Kiss" de Sasha Rice (Estreia nacional absoluta)
Local: Centro Comunitário Gay e Lésbico, Associação ILGA Portugal, Rua de São Lázaro, nº 88, 1550 - 133 Lisboa
Segunda-feira, Fevereiro 14, 2005
º Panteras Online º

O movimento Panteras Rosa - Frente de Combate à Homofobia já tem um site! Vale a pena dar uma espreitadela em www.panterasrosa.web.pt
º 12 horas de cinema lésbico º

No dia 26 de Fevereiro, entre as 9 e as 21 horas realiza-se no Centro Comunitário Gay e Lésbico de Lisboa (Associação Ilga Portugal, rua de São Lázaro, nº 88) esta maratona de cinema lésbico. Para mais informações clica aqui





